Lágrimas depressivas
É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia
Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio
E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio
Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria
Lágrimas...
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas...
Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar
Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu
Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...
Nessa imortal depressão
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Postado por josy às 14:35 0 comentários
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Somos seres de sentimentos escuros,
Fantasmas noturnos que choram,
Pelas tristezas que os devoram,
Nos pensamentos obscuros
Nossas almas melancolicas,
Vagas pela noite sombria
Em busca da alegria ilusória,
Perdida nas sombras exoticas.
Vida destruida por desilusões...
Por favor não tenha medo
de uma alma que é triste e
amaldiçõada.Fantasmas noturnos que choram,
Pelas tristezas que os devoram,
Nos pensamentos obscuros
Nossas almas melancolicas,
Vagas pela noite sombria
Em busca da alegria ilusória,
Perdida nas sombras exoticas.
Vida destruida por desilusões...
Por favor não tenha medo
de uma alma que é triste e
Somos o estranho fruto
Do mundo feliz que não existe.
Do mundo feliz que não existe.
Postado por josy às 15:22 2 comentários
domingo, 22 de novembro de 2009
Envenenarei minha saudade
Com um cálice de amargo fel,
para matar esta saudade que
descrevo em um pedaço de papel.
Envenenarei minhas lembranças
com um cálice transbordando
de esperanças, para que morram
esperando, no tempo e na distância.
Envenenarei minha dor
com um cálice de doce veneno
para aliviar o sofrimento que habita
em meu peito.
Envenenarei o amor que sinto
em um cálice de vinho tinto,
brindando a morte de um sentimento
que a muito vem me ferindo.
Brindemos ...cálice de veneno,
mato a mim mesmo,
envenenando estes sentimentos.
Com um cálice de amargo fel,
para matar esta saudade que
descrevo em um pedaço de papel.
Envenenarei minhas lembranças
com um cálice transbordando
de esperanças, para que morram
esperando, no tempo e na distância.
Envenenarei minha dor
com um cálice de doce veneno
para aliviar o sofrimento que habita
em meu peito.
Envenenarei o amor que sinto
em um cálice de vinho tinto,
brindando a morte de um sentimento
que a muito vem me ferindo.
Brindemos ...cálice de veneno,
mato a mim mesmo,
envenenando estes sentimentos.
Postado por josy às 09:11 0 comentários
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